19 de maio de 2011

Ela disse o que todos sabem

              A professora de Língua Portuguesa Amanda Gurgel ficou subtamente reconhecida nos meios cibernéticos por dizer coisas que todos sabem, embora de modo diferente. O vídeo que compartilho aqui demonstra não apenas o caótico cenário da educação brasileira, mas a forma indignada, efervescida e contagiante com que a professora comunica seu protesto. Enquanto políticos despreparados nadam em rios de dinheiro nossas Amandas são vilipendiadas pelo Estado e desrespeitadas por aqueles que deveriam defender uma educação de qualidade. Não há muito que acrescentar ao discurso de Amanda, senão enaltecer sua clareza, objetividade e maneira respeitosa com que conduz seu discurso, muito diferente, aliás, das falácias politiqueiras que procrastinam o que deveria ser prioridade nacional: Educação de qualidade. 
          Isso significa investir nos professores e em estruturas funcionais; tornar a educação algo mágico, dinâmico e atraente. Reconhecer aqueles que cultivam a arte de ensinar, dar dignidade ao professor e fomentar nas futuras gerações de educadores um senso de excelência para o ensino. O exercício do magistério precisa migrar de obstáculo para privilégio. Tornar a profissão do professorado concorrente tem haver com a boa formação do profissional, reciclagem e INVESTIMENTO - isso inclui salários mais dignos ao invés das migalhas fornecidas pelos governantes. Quando a  educação for uma prioridade os governos investirão mais no professor do que no Carnaval, por exemplo.
           Aqueles que fornecem esforço, saúde e talento em prol da educação, como Amanda, calam os discursos infrutuosos e embrulháveis dos representantes políticos. Não há mais espaço para o silenciar aqueles que batalham na linha de frente a favor da educação. Amanda Gurgel - guardem esse nome e divulguem suas palavras denunciantes.

16 de maio de 2011

Uma perseguição sofisticada contra a Igreja de Jesus Cristo.

               Vivemos dias de perseguição contra a Igreja de Jesus Cristo! Isso não acontece apenas no campo físico em regiões inóspitas e hostis ao Evangelho. Ocorre também em países aparentemente tolerantes e democráticos, como é o caso do Brasil. Refiro-me aos ataques sofridos pela Igreja de Jesus Cristo daqueles que se simpatizam com a nova cultura LGBT, característica inegável dos tempos hipermodernos.
               O STF, a Câmara dos Deputados Federal, o Senado, órgãos representativos da sociedade, os meios de comunicação em massa e a mídia geral estão abarrotados de representantes dos movimentos de minoria, como da ABGLT (Associação Brasileira de gays, lésbicas e transgêneros), que possui legitimidade em algumas reivindicações, salvo os afrontamentos contra a família brasileira. O Kit Gay, a PL 122 e outras manobras políticas são apenas algumas ferramentas para digladiar contra a família e os direitos constitucionais.
               Vivemos um tempo em que é preciso definir os papéis, de modo que os gêneros já existem e são dois, masculino e feminino (Gn 1:27). Ao dizer “família” é preciso distinguir o termo das novas formatações que nada têm haver com o natural (Homem e mulher numa relação heterossexual constituindo uma família). A família nos moldes tradicionais está ameaçada por uma atmosfera de perversões e prostituições das leis do país com ideologias que apenas degradam a sociedade.
               É preciso definir também o que é Igreja! A Igreja de Cristo nada se assemelha com os movimentos nominalistas que fazem parte das esferas de poder. Em nada se compara aos novos líderes personalistas que dizem representá-la com grande alarde midiático. A Igreja Evangélica Brasileira, nominalista e propagandeada na mídia, não representa o papel dos discípulos de Cristo, que sofriam como mártires por amor a Jesus. A Igreja de Jesus Cristo sempre foi perseguida na história geral. Desde o aprisionamento do povo de Israel no Egito, até os relatos dos Atos dos apóstolos e o pano de fundo sócio-político do Apocalipse, bem como nos dias de hoje. E quanto mais perseguida era, mais santificada permanecia. Quanto mais ultrajada, pressionada e alienada, tanto mais fomentava a piedade, a perseverança e a esperança na parousia (retorno de Cristo).
               A PCUSA (Presbyterian Church), por exemplo, aprovou a ordenação entre casais homoafetivos. A maioria dos 173 presbitérios preferiu agradar, Balaão, os nicolaítas e os seguidores de Jezabel (Ap 2:12-17;20). O liberalismo teológico e o secularismo da religião não suportarão a perseguição e acabarão cedendo aos apelos das elites dominantes. Todavia, a Igreja de Cristo autêntica, que estriba seu código de ética nos valores do Reino, nas Escrituras, na Vontade de Deus – essa não pode ceder. Essa verdadeira igreja de Cristo não o negará! Antes, permanecerá fiel e sua marca distintiva no mundo continuará sendo o amor ao próximo.
               Em tempos como o nosso, onde tudo acontece pelas vias jurídicas, nem sempre justas como deveriam, a perseguição é altamente sofisticada e camuflada. A Igreja não sofre com espadas, fogueiras ou batalhas terrestres, mas no campo da ciência que tenta sobrepujar a ordem natural da criação; ela continua sendo vitimada pelos ultrajantes golpes assassinos do clamor popular. Não somos mais perseguidos em batalhas por cavalos ou tanques de guerra, entretanto com uma gama multifacetada de ideologias impregnadas no comportamento das nossas crianças, jovens e adultos, que são persuadidos pelos meios de comunicação. A posteridade está ameaçada por uma guerra intelectual e de ideologias que se chocam – uma lutando pela instituição familiar e o direito irrevogável dos pais educarem seus filhos sexualmente sem interferência do Estado (com suas putrefatas invencionices e homologações); a outra batalha acontece por parte dos movimentos de resistência tentando impor à maioria os interesses de uma minoria LGBT (que possui seus direitos, mas não pode impor seu comportamento tido como “normal”). Enfim, sinto-me perseguido como parte da Igreja de Cristo quando tentam calar minha angústia que vocifera pela família. Vejo-me encalçado pelos falsos ensinos, imagens e filmes coisificando a sexualidade humana e por aqueles cedem às catalisações da sociedade em detrimento das exigências do Evangelho. Voltemos às Escrituras.

14 de maio de 2011

Não quero ser Bissexual ou Homossexual! - uma percepção da cultura LGBT

            Não quero ser Bissexual ou Homossexual! Ainda tenho essa opção. Desculpem-me os homoafetivos e biafetivos, mas não posso aceitar uma cultura imposta e ditatorial (pois é o que estão tentando fazer). Sou homem e sei que nasci assim, pois não acredito em outro gênero criado, além do feminino e masculino. Não existe um terceiro ou quarto gênero. De modo que não posso ser discriminado por não querer aceitar atmosfera social homossexual, nem ser embutido nela ou sequer acreditar que o que estão tentando fazer com a sociedade brasileira seja algo benéfico. Prefiro ficar com a Bíblia à perversão antinatural. Escolho a supervalorização da família (papai – homem, mamãe - mulher) como instituição divina para a preservação e multiplicação da espécie humana, Criada por Deus (Gn 1:27) com todas as matizes caraterísticas de cada gênero, masculino e feminino, do que as novas formatações “familiares” entre pessoas do mesmo sexo. Não posso ser chamado de homofóbico por causa disso (até porque o termo vem do grego homo=igual + fobos=medo e não tenho medo ou aversão aos homossexuais); e nem me tornar vítima perseguida em nome daquilo que tentam chamar de Preconceito, que na verdade é a liberdade de consciência e de expressão, garantidas pela Constituição Brasileira.
               Mais que uma opção sexual, ou orientação, a homossexualidade está intrinsecamente ligada à formação cultural de uma pessoa, traumas sofridos na infância, abusos e desajustes emocionais promovidos pela desestrutura familiar. É inconcebível e sutilmente tendencioso afirmar que a homossexualidade está relacionada apenas à opção. Eu, por exemplo, tomei banho com meu pai, pesquei, brinquei, briguei, passeei, fui elogiado e repreendido, amei e perdoei várias vezes, de tal maneira que recebi nos anos da minha infância suas referências, hombridade, varonilidade e virilidade. De modo que absorvi seu gênero, trejeitos e aprendi a ser homem e gostar de mulher mesmo; Creio que aconteçam experiências inversamente semelhantes com as mulheres. Acredito que a formação da sexualidade, está ligada às experiências do passado e não a alguma decisão do presente, muito menos à um planejamento futuro, como se o sujeito dissesse: “quando crescer, serei homossexual”.
               O que estão tentando fazer, ao manipular a mídia geral e os meios de comunicação em massa é solapar, vulnerabilizar e sodomizar a família brasileira. As “igrejas” para homoafetivos, a Parada Gay, as ONG’S para LGBTs bem como todas as tentativas, manobras jurídicas, e distorções sutis para destoar os gêneros naturais, são meras e repugnantes conseqüências de uma sociedade que desaprendeu a tolerar e a impor limites de maneira equitativa. Almejo que essas maquinações engenhosas não triunfem sobre o bom senso, a razão pura elementar e os princípios que norteiam a instituição familiar. Espero que daqui há 30 anos a preferência heterossexual seja a prevalecente, pois caso ocorra o contrário, como se vê, adeus à família dos moldes tradicionais. O sexo e a sexualidade foram banalizados e ultrajados. Transformados em objetos de consumo, motivos de embates e de manobras político-sociais.
               Sou a favor dos direitos constitucionais homoafetivos, assim como de todas as minorias e de todos os cidadãos. Sou a favor das lutas das classes quando são justas e da busca por direitos previstos na Carta Magna Brasileira. Apoio qualquer manifestação pacífica de qualquer grupo que represente uma minoria e que se sinta vitimada de alguma forma pela sociedade. Também, asseguro a rejeição de toda a forma de discriminação, ódio e preconceito. Todavia...
               Não posso aceitar a cultura homoafetiva como normal, pois a Bíblia diz que é antinatural (Rm 1:21-27). Creio que Deus pode transformar as pessoas envolvidas na prática do homossexualismo, assim como pode transformar o pedófilo, o psicopata, os compulsivos e todos os transtornados, conflitados e desajustados emocionalmente. Não creio que o homossexual nasça assim, pois não existe linha cromossômica para um terceiro gênero. Afirmo minha convicção de que precisamos amar os homossexuais, assim como os heterossexuais, ou qualquer nomenclatura de “novo gênero” que tentem inventar. Nossa luta é contra o homossexualismo e não contra o homossexual. Posiciono-me a favor da vida, da família e da livre maneira de pensar. Respeito os que pensam diferente de mim, entretanto não aceito as imposições de uma minoria tentando ensinar nossas crianças na escola (Kit Gay), amordaçar nosso grito ou sequer impor uma cultura que não é a do Reino. Estão minando as referências do gênero para a posteridade. Nossas crianças habitarão num mundo confuso, sem identidade, multifacetado e totalmente avesso às expectativas de Deus.