14 de maio de 2011

Não quero ser Bissexual ou Homossexual! - uma percepção da cultura LGBT

            Não quero ser Bissexual ou Homossexual! Ainda tenho essa opção. Desculpem-me os homoafetivos e biafetivos, mas não posso aceitar uma cultura imposta e ditatorial (pois é o que estão tentando fazer). Sou homem e sei que nasci assim, pois não acredito em outro gênero criado, além do feminino e masculino. Não existe um terceiro ou quarto gênero. De modo que não posso ser discriminado por não querer aceitar atmosfera social homossexual, nem ser embutido nela ou sequer acreditar que o que estão tentando fazer com a sociedade brasileira seja algo benéfico. Prefiro ficar com a Bíblia à perversão antinatural. Escolho a supervalorização da família (papai – homem, mamãe - mulher) como instituição divina para a preservação e multiplicação da espécie humana, Criada por Deus (Gn 1:27) com todas as matizes caraterísticas de cada gênero, masculino e feminino, do que as novas formatações “familiares” entre pessoas do mesmo sexo. Não posso ser chamado de homofóbico por causa disso (até porque o termo vem do grego homo=igual + fobos=medo e não tenho medo ou aversão aos homossexuais); e nem me tornar vítima perseguida em nome daquilo que tentam chamar de Preconceito, que na verdade é a liberdade de consciência e de expressão, garantidas pela Constituição Brasileira.
               Mais que uma opção sexual, ou orientação, a homossexualidade está intrinsecamente ligada à formação cultural de uma pessoa, traumas sofridos na infância, abusos e desajustes emocionais promovidos pela desestrutura familiar. É inconcebível e sutilmente tendencioso afirmar que a homossexualidade está relacionada apenas à opção. Eu, por exemplo, tomei banho com meu pai, pesquei, brinquei, briguei, passeei, fui elogiado e repreendido, amei e perdoei várias vezes, de tal maneira que recebi nos anos da minha infância suas referências, hombridade, varonilidade e virilidade. De modo que absorvi seu gênero, trejeitos e aprendi a ser homem e gostar de mulher mesmo; Creio que aconteçam experiências inversamente semelhantes com as mulheres. Acredito que a formação da sexualidade, está ligada às experiências do passado e não a alguma decisão do presente, muito menos à um planejamento futuro, como se o sujeito dissesse: “quando crescer, serei homossexual”.
               O que estão tentando fazer, ao manipular a mídia geral e os meios de comunicação em massa é solapar, vulnerabilizar e sodomizar a família brasileira. As “igrejas” para homoafetivos, a Parada Gay, as ONG’S para LGBTs bem como todas as tentativas, manobras jurídicas, e distorções sutis para destoar os gêneros naturais, são meras e repugnantes conseqüências de uma sociedade que desaprendeu a tolerar e a impor limites de maneira equitativa. Almejo que essas maquinações engenhosas não triunfem sobre o bom senso, a razão pura elementar e os princípios que norteiam a instituição familiar. Espero que daqui há 30 anos a preferência heterossexual seja a prevalecente, pois caso ocorra o contrário, como se vê, adeus à família dos moldes tradicionais. O sexo e a sexualidade foram banalizados e ultrajados. Transformados em objetos de consumo, motivos de embates e de manobras político-sociais.
               Sou a favor dos direitos constitucionais homoafetivos, assim como de todas as minorias e de todos os cidadãos. Sou a favor das lutas das classes quando são justas e da busca por direitos previstos na Carta Magna Brasileira. Apoio qualquer manifestação pacífica de qualquer grupo que represente uma minoria e que se sinta vitimada de alguma forma pela sociedade. Também, asseguro a rejeição de toda a forma de discriminação, ódio e preconceito. Todavia...
               Não posso aceitar a cultura homoafetiva como normal, pois a Bíblia diz que é antinatural (Rm 1:21-27). Creio que Deus pode transformar as pessoas envolvidas na prática do homossexualismo, assim como pode transformar o pedófilo, o psicopata, os compulsivos e todos os transtornados, conflitados e desajustados emocionalmente. Não creio que o homossexual nasça assim, pois não existe linha cromossômica para um terceiro gênero. Afirmo minha convicção de que precisamos amar os homossexuais, assim como os heterossexuais, ou qualquer nomenclatura de “novo gênero” que tentem inventar. Nossa luta é contra o homossexualismo e não contra o homossexual. Posiciono-me a favor da vida, da família e da livre maneira de pensar. Respeito os que pensam diferente de mim, entretanto não aceito as imposições de uma minoria tentando ensinar nossas crianças na escola (Kit Gay), amordaçar nosso grito ou sequer impor uma cultura que não é a do Reino. Estão minando as referências do gênero para a posteridade. Nossas crianças habitarão num mundo confuso, sem identidade, multifacetado e totalmente avesso às expectativas de Deus.

11 comentários:

  1. Rev. Thiago,
    Parabéns pelo texto. O blog está muito bom. Continue sendo mais uma voz que "clama no deserto". Um grande abraço.

    Rev. André Álvares

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  2. Obrigado Rev. André! Seja sempre bem vindo!
    Um abração também, querido amigo.

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  3. Muito bom mesmo o texto.
    Que Deus continue o capacitando para escrever assim!

    Abraço

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  4. Olá pastor,

    Tudo joia?

    Gostaria de publicar esse artigo em meu blog, posso?
    Já linkei seu blog em meu blog...estarei sempre passando por aqui!
    Deus o abençoe,
    Abraços,
    Tamara

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  5. Olá Tamara,
    Pode sim! Fique bem à vontade para publicar o artigo. Seu BLog está ótimo. Deus abençoe!

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  6. Ola Rev.Thiago.
    De extrema importância esse texto. Que DEUS te use mais e mais.

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  7. Luis Henrique Spina15 de janeiro de 2012 15:20

    Rev. Thiago.

    Quero aqui agradecer pelas suas palavras. A tempos tento expressar o mesmo sentimento.
    Que DEUS continue abençoando seu ministério e lhe conceda sabedoria.

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  8. Obrigado caros Luis e Regiane! Deus os use também.

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  9. O que eu faço com esse maldito desejo sexual (homossexual) que em mim existe? Eu ignoro? Eu oro? Eu já tentei tanto querer não sentir isso, mas é automático: passa um homem bonito e eu já fico todo balançado! Eu odeio sentir essas coisas, mas não tem jeito! Nasci em um lar cristão, meus pais são evangélicos, eles sabem que eu passo por isso, mas não podem me ajudar, eles não podem tirar o desejo ou mudar o desejo em mim. Eu acho que o que eles fazem é orar. Eu odeio ter sentimentos. Eu odeio ter desejo sexual. Eu odeio ser como eu sou, mas não dá pra mudar, eu já tentei e não consegui... Sabe, eu nunca tive relacionamento homossexual, não fui estuprado quando criança e nunca fiz sexo, nunca namorei, nunca beijei ninguém (tentação não me falta, mas prefiro ficar sozinho mesmo). Não consigo acreditar que eu posso sentir aquele fogo que os héteros sentem pelas mulheres. Eu não acredito que os meus desejos um dia serão mudados. Eu vou à igreja, oro a Deus, peço, mas nada aconteceu. Só o que falta é acontecer a pior tragédia que poderia me acontecer: um relacionamento homossexual. Desculpe-me pelo meu desabafo, mas pra você as coisas são simples, mas elas não são tão simples assim! Você nunca e jamais vai sentir o que eu sinto: essa desgraça chamada homossexualismo. Está em meus pensamentos quando eu acordo, quando eu estou vivendo durante os dias da minha vida, quando eu vou dormir no meu sono, é assim que é a minha vida, ou melhor, sina! Eu queria tanto ter uma fé que move montanhas como a Bíblia diz, mas eu não tenho e eu já disse isso pra Deus! Ele sabe de tudo! Eu não tenho força pra acreditar que um dia possa ter sentimentos que os homens têm pelas mulheres. É tarde demais, segundo a psicologia. Você descreveu a formação dos desejos sexuais de uma criança normal segunda a psicologia. Meu pai não gastava tempo comigo, ele preferia o meu irmão que sempre gostou de futebol. Eu odeio futebol, JAMAIS vou gostar de futebol. Eu jogava futebol quando eu era pequeno pra agradar meu pai, mas aí eu deixei, eu era um fracasso no futebol! Só consigo ver tristeza e solidão no meu futuro... Parece fácil pra você escrever todas essas coisas que escreveu. Eu sei que eu estou errado por sentir o que eu sinto, pois os sentimentos revelam quem somos, assim eu acredito. Eu sei todos os versículos que falam sobre homossexualismo na Bíblia e sei que é verdade, mas não está havendo mudança em mim. Sempre ouvi que é Deus quem muda a gente, então não preciso me esforçar, porque se for por esforço meu, o mérito da mudança será meu. Se for Deus que me mudará, o mérito será Dele. Eu sei que eu sou uma pessoa má por sentir essas coisas e por muitas vezes pela masturbação eu ceder aos meus malditos impulsos sexuais. Sabe de uma coisa? Preferiria ser frígido e não ter esses sentimentos sexuais, já que eles são errados e não me dão NENHUMA possibilidade de um dia eu me casar com uma mulher, ter filhos e ter uma família. Por que ter esses sentimentos em mim, se eles são imprestáveis e vão me levar pro buraco? Mas a vida quis assim, que eu tivesse malditos desejos homossexuais. Duas semanas atrás, o carro do meu pai deu um problema, ele me chamou pra me empurrar e eu não consegui empurrar o carro e ele me disse: mas tu é muito frouxo! Eu fiquei na minha cabeça: releva isso. Só que as palavras doem, eu jamais vou me esquecer disso. Eu já perdoei meu pai por isso, ele só disse a verdade: sou frouxo mesmo. Não tenho força pra empurrar carros, o que os homens héteros já tem, eles conseguem empurrar carros. Eu não consigo! Sabe, devo ser culpado por sentir isso. Eu acredito naquele ditado: cada um tem a vida que merece. Se eu sou assim desse jeito, é porque mereço ser. Está difícil pra mim viu? Mas me sinto egoísta de achar que é difícil só pra mim e tento driblar meus sentimentos, mas eles são fortes e eu não consigo. Só consigo ficar irado comigo mesmo por ser assim. Eu não me perdoo por ser assim. Poxa, eu não fui estuprado, por que eu tenho esses desejos malditos?

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  10. E então??? Tenho a mesma dúvida, pois eu passo pelo mesmo!!! O Pastor poderia explicar?

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  11. Fe Santos, Obrigado por escrever. Eu gostaria muito de conversar com você pessoalmente, já que não dá pra tratar de uma vida tão preciosa como a sua apenas através de textos impessoais. Em primeiro lugar, é preciso afirmar que possuo amigos homossexuais, tenho grande respeito e admirações por eles e o texto acima não é um ataque a homossexuais. É sim, um ataque contra o ATIVISMO LGBT no Brasil. Foi com esse pano de fundo que escrevi esse texto. Todo texto tem um contexto vivencial e aqui o caso reflete a PL 122. Entretanto, suas peguntas são pertinentes e dignas de reflexão. Continuo pensando que a homossexualidade - e este pode ser o seu caso - está ligada a desvios, involuntários, frutos de distúrbios comportamentais promovidos anteriormente por desajustes que ocorrem inconscientemente. Pode ser por vários fatores, muito complexos e que não podem ser explorados num artigo, por merecer estudo científico exaustivo, com estudos de caso. Entretanto, percebi, nas entrelinhas, que você possui um relacionamento conturbado com seu pai. Que tal estudar um pouco mais o histórico desse relacionamento? Pode estar aí a fonte dos seus impulsos incontroláveis. Se quiser ajuda, entre em contato comigo. Deus o abençoe com graça e paz!

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